Hora Disponibilidade Preço Desde
12 DE JANEIRO DE 2023 19:30 19:30
15,00 € Comprar
13 DE JANEIRO DE 2023 19:30 19:30
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14 DE JANEIRO DE 2023 19:30 19:30
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15 DE JANEIRO DE 2023 16:00 16:00
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19 DE JANEIRO DE 2023 19:30 19:30
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20 DE JANEIRO DE 2023 19:30 19:30
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21 DE JANEIRO DE 2023 19:30 19:30
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22 DE JANEIRO DE 2023 16:00 16:00
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ONDE É QUE EU IA?
Local: SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - SALA MÁRIO VIEGAS
Data(s): De 12 de janeiro de 2023 - 19:30:00   a   22 de janeiro de 2023 - 17:15:00
PALCO
Preço: 15 €
Duração: 75 Minutos
Classificação: M/12
Promotor: EGEAC - EM,S.A.

Em janeiro de 2015, no Teatro-Estúdio Mário Viegas, São Luiz Teatro Municipal, Nuno Artur Silva estava a fazer o seu primeiro espetáculo de stand up comedy, um solo acompanhado por António Jorge Gonçalves e pelos Dead Combo, quando foi convidado para administrador da RTP.
Em 2019, preparava-se para regressar ao seu espetáculo, numa nova versão, revista e atualizada, quando foi novamente convidado, dessa vez para Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media. Depois da experiência governativa em tempo de pandemia, e de um inevitável retiro sabático (donde de facto nunca saiu), regressa agora com um novo solo, de novo acompanhado por António Jorge Gonçalves e uma particular banda sonora. Em Onde é que Eu Ia?… conta as impressões do que foram estes últimos anos, a partir das notas e observações que foi registando (a lápis) num pequeno bloco que sempre o acompanhou: desde a sua experiência como autor, apresentador, agente, produtor e diretor de inúmeros projetos e programas de televisão humorísticos vários (voluntários e involuntários, mas não só), à passagem pela administração da RTP em tempos de mudança (relativa) ou pelo Governo de Portugal (Departamento Cultura, Sector Cinema, Audiovisual e Afins) em tempos de (forte) pandemia – obviamente, falará de muitas coisas que se espera que fale e de outras que provavelmente não. Ou, se calhar, sim. A verdade é que logo se verá. Fala também do que lhe passa pela cabeça no momento em que acaba de completar 60 anos e conta histórias de uma vida muito preenchida (ou, pelo menos, assim-assim) por episódios em que muitas vezes a vida pessoal e a profissional se cruzaram das formas mais inesperadas – e vice-versa. Decisões e indecisões, divagações e considerações. E interrupções, muitas interrup… Importante referir ainda a reflexão sobre os Limites do Humor e o Estado do Mundo, que não vai ter lugar aqui.
O que se pode esperar são pensamentos e interrogações (muito pertinentes, segundo o autor) sobre o que estamos aqui a fazer, não só na administração da coisa pública propriamente dita, mas na administração da coisa privada que é cada um de nós: qual o sentido da vida, mas principalmente qual o sentido das muitas coisas que fazemos em vez de fazermos o que devíamos estar a fazer. A vida em geral, mas sobretudo a vida em particular. Em todo o caso, trata-se, de novo, de algo que toda a gente o tem vindo a aconselhar a não fazer.
Mas ele vai fazer. (A não ser que, entretanto, haja um convite para outra coisa).


CONFIGURAÇÃO

Em janeiro de 2015, no Teatro-Estúdio Mário Viegas, São Luiz Teatro Municipal, Nuno Artur Silva estava a fazer o seu primeiro espetáculo de stand up comedy, um solo acompanhado por António Jorge Gonçalves e pelos Dead Combo, quando foi convidado para administrador da RTP.

Em 2019, preparava-se para regressar ao seu espetáculo, numa nova versão, revista e atualizada, quando foi novamente convidado, dessa vez para Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media. Depois da experiência governativa em tempo de pandemia, e de um inevitável retiro sabático (donde de facto nunca saiu), regressa agora com um novo solo, de novo acompanhado por António Jorge Gonçalves e uma particular banda sonora. Em Onde é que Eu Ia?… conta as impressões do que foram estes últimos anos, a partir das notas e observações que foi registando (a lápis) num pequeno bloco que sempre o acompanhou: desde a sua experiência como autor, apresentador, agente, produtor e diretor de inúmeros projetos e programas de televisão humorísticos vários (voluntários e involuntários, mas não só), à passagem pela administração da RTP em tempos de mudança (relativa) ou pelo Governo de Portugal (Departamento Cultura, Sector Cinema, Audiovisual e Afins) em tempos de (forte) pandemia – obviamente, falará de muitas coisas que se espera que fale e de outras que provavelmente não. Ou, se calhar, sim. A verdade é que logo se verá. Fala também do que lhe passa pela cabeça no momento em que acaba de completar 60 anos e conta histórias de uma vida muito preenchida (ou, pelo menos, assim-assim) por episódios em que muitas vezes a vida pessoal e a profissional se cruzaram das formas mais inesperadas – e vice-versa. Decisões e indecisões, divagações e considerações. E interrupções, muitas interrup… Importante referir ainda a reflexão sobre os Limites do Humor e o Estado do Mundo, que não vai ter lugar aqui.

O que se pode esperar são pensamentos e interrogações (muito pertinentes, segundo o autor) sobre o que estamos aqui a fazer, não só na administração da coisa pública propriamente dita, mas na administração da coisa privada que é cada um de nós: qual o sentido da vida, mas principalmente qual o sentido das muitas coisas que fazemos em vez de fazermos o que devíamos estar a fazer. A vida em geral, mas sobretudo a vida em particular. Em todo o caso, trata-se, de novo, de algo que toda a gente o tem vindo a aconselhar a não fazer.
Mas ele vai fazer. (A não ser que, entretanto, haja um convite para outra coisa).




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