Hora Disponibilidade Preço Desde
23 DE JUNHO DE 2023 20:00 20:00
12,00 € Comprar
24 DE JUNHO DE 2023 20:00 20:00
12,00 € Comprar
25 DE JUNHO DE 2023 17:30 17:30
12,00 € Comprar
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CRATERA
Local: SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - SALA LUIS MIGUEL CINTRA
Data(s): De 23 de junho de 2023 - 20:00:00   a   25 de junho de 2023 - 19:30:00
PALCO
Preço: Entre 12 € e 15 €
Duração: 120 Minutos
Classificação: M/6
Promotor: EGEAC - EM,S.A.

Seguindo de perto as propostas da Geopoética e de outros autores que trazem o debate das questões ecológicas para um plano mais micro, ligado aos sujeitos, à sua sensibilidade e imaginário, Cratera quer procurar experiências intensas de conexão com a terra que reclamem outras formas de linguagem e lucidez. A paisagem vulcânica, pela sua forte dimensão telúrica e proximidade à pulsação e respiração da terra, é o território eleito de indagação, tendo-se decidido focar a pesquisa e parte do processo de criação em Cabo Verde. O imaginário associado aos vulcões é imenso e poeticamente muito forte e, neste tempo em que a terra está a fervilhar e em grande ebulição, a CiRcoLando quer evocá-lo e conhecê-lo de perto. Início, fim, profundo, arcaico. Explosivo, intenso, apaixonado, fecundo e ao mesmo tempo arrasador. A ideia de taça, útero, espaço mais ou menos protegido, de rumores, de línguas estranhas, de imaginários intemporais, tem qualquer coisa de babélico que seduz. Na dramaturgia da paisagem, interessa a André Braga e Cláudia Figueiredo trabalhar no encontro entre a coreopolítica, ou a política do chão, e os arquivos biográficos inscritos no corpo de cada um. O projeto tem uma forte dimensão transdisciplinar, desenvolvendo-se um trabalho assente em diálogos imbricados entre dança, teatro, som e vídeo.


CONFIGURAÇÃO

Seguindo de perto as propostas da Geopoética e de outros autores que trazem o debate das questões ecológicas para um plano mais micro, ligado aos sujeitos, à sua sensibilidade e imaginário, Cratera quer procurar experiências intensas de conexão com a terra que reclamem outras formas de linguagem e lucidez. A paisagem vulcânica, pela sua forte dimensão telúrica e proximidade à pulsação e respiração da terra, é o território eleito de indagação, tendo-se decidido focar a pesquisa e parte do processo de criação em Cabo Verde. O imaginário associado aos vulcões é imenso e poeticamente muito forte e, neste tempo em que a terra está a fervilhar e em grande ebulição, a CiRcoLando quer evocá-lo e conhecê-lo de perto. Início, fim, profundo, arcaico. Explosivo, intenso, apaixonado, fecundo e ao mesmo tempo arrasador. A ideia de taça, útero, espaço mais ou menos protegido, de rumores, de línguas estranhas, de imaginários intemporais, tem qualquer coisa de babélico que seduz. Na dramaturgia da paisagem, interessa a André Braga e Cláudia Figueiredo trabalhar no encontro entre a coreopolítica, ou a política do chão, e os arquivos biográficos inscritos no corpo de cada um. O projeto tem uma forte dimensão transdisciplinar, desenvolvendo-se um trabalho assente em diálogos imbricados entre dança, teatro, som e vídeo.




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