Hora Disponibilidade Preço Desde
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Preço: 12 €

Duração: 120 Minutos

Classificação: M/12

Promotor: EGEAC - EM,S.A.


A música e algumas palavras, filosofia, trivialidades, direitos, liberdades, ironias e o amor sempre o amor, para dizer da felicidade. Da felicidade diz-se: momentos breves; revelações, poemas; disparates; caminhos menos percorridos; com sorte, constelações de pequenos nadas num mesmo dia. A súbita solidariedade de um desconhecido, a tranquilidade de um bosque ao fim da tarde, a tontura depois de olhar um quadro ao canto da galeria, aquele instante em que a quantidade certa de álcool acontece na pista de dança, a intimidade de uma conversa em voz baixa num lobby de hotel, o silêncio de uma rua quieta numa noite de nevoeiro, as canções cantadas a plenos pulmões num carro a caminho das férias, o mar o mar, um arrepio de frio na espinha, borboletas na barriga, sonhos, promessas, futuros imaginados num passeio de mão dada à noite, o teu filho no autocarro e a voz de Peter Handke, as estrelas de Laurie Anderson, o futuro desenhado por Bowie, os demónios de Nina Simone, uma passagem pelo Inverno de Schubert, a invenção do não-vivido com Jorge Palma, entre tantas outras coisas.
Da felicidade, ou de como a alcançar, Séneca diz-nos que devemos escolher bem o caminho pois quanto mais conhecido e mais frequentado for o trajeto maior é o risco de ficarmos à deriva. Um salto, então, um auscultar da alma e o voo, sem medo de duendes, do espanto ou do vazio, entre afinidades e intuições. Entre o chá quente e um copo de vinho, o que será, para celebrar o fim deste nosso longo período de descontentamento?


CONFIGURAÇÃO

A música e algumas palavras, filosofia, trivialidades, direitos, liberdades, ironias e o amor sempre o amor, para dizer da felicidade. Da felicidade diz-se: momentos breves; revelações, poemas; disparates; caminhos menos percorridos; com sorte, constelações de pequenos nadas num mesmo dia. A súbita solidariedade de um desconhecido, a tranquilidade de um bosque ao fim da tarde, a tontura depois de olhar um quadro ao canto da galeria, aquele instante em que a quantidade certa de álcool acontece na pista de dança, a intimidade de uma conversa em voz baixa num lobby de hotel, o silêncio de uma rua quieta numa noite de nevoeiro, as canções cantadas a plenos pulmões num carro a caminho das férias, o mar o mar, um arrepio de frio na espinha, borboletas na barriga, sonhos, promessas, futuros imaginados num passeio de mão dada à noite, o teu filho no autocarro e a voz de Peter Handke, as estrelas de Laurie Anderson, o futuro desenhado por Bowie, os demónios de Nina Simone, uma passagem pelo Inverno de Schubert, a invenção do não-vivido com Jorge Palma, entre tantas outras coisas.

Da felicidade, ou de como a alcançar, Séneca diz-nos que devemos escolher bem o caminho pois quanto mais conhecido e mais frequentado for o trajeto maior é o risco de ficarmos à deriva. Um salto, então, um auscultar da alma e o voo, sem medo de duendes, do espanto ou do vazio, entre afinidades e intuições. Entre o chá quente e um copo de vinho, o que será, para celebrar o fim deste nosso longo período de descontentamento?




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