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PRICE UNTIL
1ª PLATEIA
15.00€
2ª PLATEIA
12.00€
FRISAS
12.00€
1º BALCÃO
12.00€

PORQUE É INFINITO

Place: SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - SALA LUIS MIGUEL CINTRA
Date(s): From Friday, March 3, 2023  to  Sunday, March 5, 2023
CHOSEN SESSION: Friday, March 3, 2023 - 8:00:00 PM Hrs
PALCO
Preço: Entre 12 € e 15 €
Duração: 90 Minutos
Classificação: M/12
Promotor: EGEAC - EM,S.A.

A partir de uma releitura contemporânea de Romeu e Julieta, o clássico de William Shakespeare sobre o amor e os seus limites, Victor Hugo Pontes constrói uma obra onde a palavra e o movimento se fundem, na sua linguagem coreográfica tão singular. Como falar sobre um amor que se quis e acreditou infinito, mas redundou numa tragédia para os seus protagonistas? Quais as perspetivas dos outros envolvidos na trama – uma vez que este amor contaminou todos à sua volta com uma onda reativa que levou ao terrível desfecho? Já sabemos o final desta obra. Mas, saberemos contá-la desde o início? Um espetáculo sobre formas de contar uma história que já se ouviu mil vezes, e de amar e de dizer “para sempre”, ou porque é infinito, no remate de uma frase que descreve o quanto amamos e continuaremos a amar. Verbo, já agora, difícil de definir, este de “amar”. “Amor?, isso é exatamente o quê?”, perguntou uma das pessoas durante o processo de criação; enquanto que outro inquirido respondeu, “Eu sei tudo sobre o amor, a sério.” Dúvidas e certezas, e a adolescência como pano de fundo, um tempo de excessos, e madrugadas longas, nas quais se convidam o amor – mas também a morte – para entrar nos quartos dos que descobrem pela primeira vez estes turbilhões de sentimentos. Porque é infinito é um texto escrito por Joana Craveiro com base numa pesquisa documental, afetiva e poética, que coloca o texto canónico de William Shakespeare nos dias de hoje e o olha a partir daqui, naquela que é também uma reflexão sobre a linguagem usada para dizer e verbalizar tudo isto.


CONFIGURATION

A partir de uma releitura contemporânea de Romeu e Julieta, o clássico de William Shakespeare sobre o amor e os seus limites, Victor Hugo Pontes constrói uma obra onde a palavra e o movimento se fundem, na sua linguagem coreográfica tão singular. Como falar sobre um amor que se quis e acreditou infinito, mas redundou numa tragédia para os seus protagonistas? Quais as perspetivas dos outros envolvidos na trama – uma vez que este amor contaminou todos à sua volta com uma onda reativa que levou ao terrível desfecho? Já sabemos o final desta obra. Mas, saberemos contá-la desde o início? Um espetáculo sobre formas de contar uma história que já se ouviu mil vezes, e de amar e de dizer “para sempre”, ou porque é infinito, no remate de uma frase que descreve o quanto amamos e continuaremos a amar. Verbo, já agora, difícil de definir, este de “amar”. “Amor?, isso é exatamente o quê?”, perguntou uma das pessoas durante o processo de criação; enquanto que outro inquirido respondeu, “Eu sei tudo sobre o amor, a sério.” Dúvidas e certezas, e a adolescência como pano de fundo, um tempo de excessos, e madrugadas longas, nas quais se convidam o amor – mas também a morte – para entrar nos quartos dos que descobrem pela primeira vez estes turbilhões de sentimentos. Porque é infinito é um texto escrito por Joana Craveiro com base numa pesquisa documental, afetiva e poética, que coloca o texto canónico de William Shakespeare nos dias de hoje e o olha a partir daqui, naquela que é também uma reflexão sobre a linguagem usada para dizer e verbalizar tudo isto.




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